Sugestões para uma Fortaleza melhor

SUGESTÕES PARA UMA FORTALEZA MELHOR

Este artigo é de 2014. Parece antigo, mas continua atual, pois nada foi feito ainda. Continuo a escrever usando o meu papel de cidadã.

Aproveitarei este espaço para distribuir algumas ideias minhas para a Prefeitura . Primeiro, a cidade precisa moralizar os terrenos baldios. Sem muros, viram banheiros públicos e um antro de sujeira para os vizinhos e drogas. Ideia: ter um número de telefone bem divulgado para denúncias, chamar o proprietário e aplicar uma multa. É necessário, porém, haver fiscalização séria e não corrompível.

Na Rua Senador Pompeu, em frente ao colégio Farias Brito, deveria ter um medidor de velocidade. Como é possível que os carros pensem ser de Fórmula 1, quando há crianças tentando atravessar a rua?

Na Avenida da Universidade perto da caixa d´água (esquina com Antônio Pompeu) ainda não há faixa de pedestre há séculos. Então, coitado do pedestre, se com faixa já é um horror, imaginem sem e à noite.

O que será feito da falta de educação e respeito no trânsito? Onde estão as campanhas de conscientização para todos, inclusive pedestres? Penso particularmente nos motoqueiros que estão se acidentando e morrendo, desta forma, lotando o IJF e ainda não aprenderam que a faixa é para o pedestre e não para eles.

Vamos ao verde. Cidade sem árvores nas calçadas é cidade seca. Falta uma campanha educacional para incentivar a população a ter noção da importância de uma árvore. Só vejo árvore decapitada aqui. As construtoras acabam com o resto. Pobres árvores. Sou sempre encantada com as grandes cidades, como o Rio e São Paulo. Lá ninguém decapita árvore só porque suja a calçada. É algo implícito a necessidade do verde. Convido a todos a conhecerem o Parque Trianon em plena Avenida Paulista, um paraíso verdejante, em meio ao burburinho financeiro de Sampa.

Outra dica para campanhas: contra a sujeira! As pessoas tem que aprender a jogar lixo na lixeira! É do século 18 ainda estarmos falando de lixo na calçada, aterro dentro da cidade do interior ou a falta de lixo reciclado.  Porém, para isso há de ter lixeiras em abundância pela cidade, coisa que não vemos.

Enfim, escrevo, porque ainda não desisti de pensar que é possível ter uma Fortaleza com a qual seus habitantes sintam que são responsáveis por ela e, principalmente, que a AMEM. E também de ter uma prefeitura mais próxima dos seus cidadãos, ciente do seu papel e sujeita a críticas e sugestões.

 

 

 

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