Memórias de uma viagem europeia: França – Paris 1

Estamos em 2004. Chegamos a Paris, vindos do Porto – Portugal via Air Luxor pelo Aeroporto de Orly. Por 96,20 € (euros) à época e 3 horas de viagem, em um voo no qual as refeições são vendidas a bordo, aterrissamos na bela capital da França à noite. Sem falar francês, sempre encontramos anjos para nos auxiliar em inglês, felizmente. Percebi os parisienses mais propensos a ajudar dessa vez. A não ser no trem para Tournand (nos arredores da capital) que, quando eu perguntava informações em inglês, eles respondiam em francês. No mais, tudo deu certo.
Continuemos a jornada. Por 5,70 € (euros) por pessoa à época pegamos o ônibus Orly Bus na saída H, tendo como parada final o bairro Denfert-Rochereau, exatamente em frente à estação de metrô com o mesmo nome. Atravessando a rua, estamos no Hôtel Du Midi (3 estrelas), no bairro Montparnasse, localizado à 4 Avenue René Coty, 75014 ; e-mail: info@midi-hotel-paris.com. Hotel muito bem situado, com pessoal simpático e como tudo em Paris, com os quartos decorados de bom gosto. Não poderia esperar nada diferente… Lá perto há cafés, o supermercado Manoprix, restaurantes, padarias etc. Uma dica é procurar restaurantes chineses e vietnamitas, pois os preços são bem acessíveis.
Vamos passear? Decidimos conhecer Paris a pé. Com o mapa na mão, caminhávamos de 4 a 6 horas por dia. Que delícia de cidade! Amo Paris! A gente passa por cada ruela, loja de chocolate, cafés e bairros exalando charme. Catedral Notre Dame; Capela Saint-Chapelle com seus vitrais impressionantes, situada na Île (ilha) de La Cité e construída no séc. XIII por Luís IX. O endereço é 8 Boulevard du Palais, 75001, trata-se de uma das igrejas católicas mais famosas do mundo e hoje em 2018 se cobra 12,00 € (euros) a entrada; Jardim das Tulherias; encomendado por Catherine de Médicis; a Avenida Champs-Élysées, com todo o seu glamor acrescentam à cidade muito da fama que tem.
Tivemos a oportunidade de testemunhar a grande celebração de tunisianos com seus carros buzinas e bandeiras na Avenida Champs-Élysées. Pelo visto, a aglomeração dizia respeito à vitória do time deles em um campeonato de futebol. Parecia uma festa brasileira.
Dicas de restaurantes: os pequenos são maravilhosos e aconchegantes, além de cobrarem mais em conta. Gosto dos restaurantes e cafés exporem seus cardápios em frente de seus estabelecimentos. Sugestão: Le Colbert, restaurante de culinária francesa com preços de 15 a 30 euros nos dias atuais, localizado à 9 rue de La Harpe, 75005, com decoração romântica. Comer crepe na rua e tomar sorvete da Fábrica Berthillon. É considerado o melhor sorvete de Paris e foi fundada em 1954 por Raymond Berthillon. Para se chegar lá, basta atravessar a ponte que fica atrás da Catedral Notre Dame. São 40 sabores produzidos artesanalmente pela fábrica. Onde? Île Saint-Louis, do outro lado do Sena. Também existem as baguetes, os queijos e os vinhos os quais deixam o gosto de quero mais.
Vi muitos policiais na rua de patins, bicicleta e andando.
Até cemitérios são atrações turísticas lá. O Montparnasse é digno de fotos.
Para finalizar, a Torre Eiffel, símbolo da cidade e da França. Visita obrigatória.
Continuaremos com Paris em breve…
