Mendoza – Argentina – Termas de Cacheuta

Mendoza – Argentina – Termas de Cacheuta

Hoje é dia 18 de maio de 2018, data escolhida para visitar as Termas de Cacheuta. O transporte da agência nos pegou às 9 da manhã. Compramos o passeio na agência Las Mayas y Turismo na Paseo Sarmiento, 290. Queríamos tomar banho de água pura, vinda das Cordilheiras dos Andes. Já saímos de Fortaleza sabendo que iríamos lá, logo levamos roupas de banho.

Antes de descrever o lugar, vamos ao que aprendi no caminho. Os argentinos jogam polo, hóquei, futebol e tênis. Mendoza tem espaços largos, convidativos a passeios nos parques e praças. Saindo para as termas, passamos por condomínios fechados. Percebe-se a natureza mais árida e vemos o rio Mendoza seco. A umidade é baixíssima: 30 %. Percorremos a cidade de Luján de Cuyo com bodegas importantes como a Nieto Senetiner e vemos uma praia de rio com guarda-sóis, uma hidrelétrica, cervejarias artesanais e hotéis com cabanas. A atmosfera é interiorana.

Falemos nas Termas de Cacheuta. Diria que achei Cacheuta uma cidade de faroeste americano, devido às suas construções de madeira e aridez local.

As termas consistem em um galpão enorme fechado com piscinas térmicas e do lado de fora, outras piscinas. Como estava muito frio, ficamos dentro. Nós éramos os únicos brasileiros, salve! A vantagem é podermos praticar mais o espanhol. Pareceu ser o paraíso da terceira idade argentina. Trata-se de um local pequeno com opções de restaurantes dentro e fora do complexo.

O banho é sensacional com diferentes piscinas e temperaturas. Amei a que borbulhava e dava massagem no corpo.

Para almoçar, fomos ao restaurante dentro do complexo e eu pedi frango com batatas fritas com casca, fatiadas ao sal, pimenta, alho, queijo parmesão e azeite de oliva ao forno (pollo disco con papas cuñas), mas o Carlos decidiu pelo ragú de ternera con papas cuñas, ou seja, guisado francês de vitela com as batatas mencionadas. Bem simples e gostoso. Considero muito simpático não cobrarem a entrada de pães (cubierto).

O forte de Cacheuta são as bancas de frutas secas, mel, nozes, passas, sucos etc. Tudo em conta. Os mercadinhos fora do complexo tem artesanato a oferecer, embora poucos. A cidadezinha lembra o Atacama no Chile, segundo o Carlos.

Pondero que o passeio poderia ser mais curto. Das 9 às 18 h é muito tempo. Ficamos esperando do lado de fora das termas a partir das 16 h sem ter o que fazer. O maravilhoso foi ter conhecido uns argentinos bons de papo.

Fizemos amizade com um casal especial: Ana e Nunzio Schembari: ela, argentina e ele, italiano. Depois nos encontramos com eles em outras ocasiões em Mendoza e era uma alegria. Quando formos a Buenos Aires, nós os procuraremos, com certeza.

Tem gente que pega a van e vai ao hotel que oferece spa de um dia e não às termas. Por isso, a demora maior, pois temos que aguardar. Mesmo assim, valeu. Foi uma experiência única.

Continuaremos com a Reserva Natural de Villavicencio.

 

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