Chile – Santiago – Shopping Center Parque Arauco e Cerro San Cristóbal

Hoje é dia 25 de abril e estamos no segundo dia do passeio do ônibus turístico Turistik em Santiago. Recordando que cada um pagou 30 mil pesos para os dois dias, incluindo o Cerro San Cristóbal. Valeu a pena.
Pegamos o ônibus na parada Santa Lucía perto da Universidade Católica do Chile. Testemunhamos uma manifestação de estudantes das 11 h às 14 h contra o sistema pago da universidade. Tudo ordeiro e policiado.
O clima está bom: 15,4˚C. Como gostamos de conversar, a nossa guia no Turistik está de prosa conosco. Seu nome é Catalina. Muito querida e atenciosa. Os motoristas também, por sinal. Descemos umas paradas adiante: no shopping center Parque Arauco, nosso centro de compras preferido na cidade. Gostamos de passear, principalmente, nas lojas de roupas de frio tipo North Face, Columbia, Cat, Timberland etc. Deve-se checar se não dão desconto para o comprador estrangeiro. A loja Desigual de roupas femininas é fantástica, toda colorida e original. Pena ser tão cara… Já o nosso almoço foi no C´Est Si Bon. Que comidinha mais saborosa! Conhecemos em 2015. O fricassê de frango com salada e suco de ata (chirimoya), eu aconselho. O fricassê deles não é o nosso, é bem diferente: arroz com molho de tomate, cenoura, azeitona e frango. Delícia! Pagamos 13. 178 pesos os dois.
Depois de ver vitrines e se refestelar com o shopping, pegamos o ônibus lá fora e paramos em frente ao hotel Sheraton. Um funcionário Turistik estava a nossa espera, e com ele e mais um turista mexicano, aguardamos a van que nos levaria ao parque Metropolitano onde está o Cerro San Cristóbal. Chegando à estação Oasis do teleférico, pegamos o ticket de entrada na bilheteria, assim como a pulseira.
A subida de teleférico é linda. Gostei do percurso e do cenário. Na parte mais alta do cerro há uma cafeteria/sorveteria. Tomei picolé caseiro de frutas do bosque com manjericão. Sinceramente, me arrependi. Melhor teria sido a framboesa do Carlos.
De lá rumamos à igreja do Cerro San Cristóbal. As imagens de Santa Teresa de los Andes e de San Alberto Hurtado nos receberam. A Sala dos Milagres fica ao lado.
Embaixo da imagem de N. Sra. da Conceição existe uma pequena capela. O Santuário da Virgem é bonito, comumente há missas e as pessoas se sentem bem. O esforço físico por conta das escadas é grande, mas válido. Descemos de funicular, tão antigo e gracioso. Os turistas mais vistos são os americanos jovens. De acordo com o DICIO – Dicionário Online de Português, funicular significa “caminho de ferro ou plano inclinado destinado a vencer rampas fortes e cujos carros estão presos a um cabo”.
Da saída do funicular, fomos andando pela av. Bellavista. Aí adentramos o Patio Bellavista. Lugarzinho muito atraente com lojas e restaurantes transados. Demos uma volta pela redondeza e vimos muitos bares/restaurantes joviais.
Bellavista é um bairro aprazível, arborizado, com plátanos, sente-se a boemia no ar. Tem gente que mora no meio do burburinho e ainda estuda na faculdade de direito existente. Pegamos o Turistik no outro lado da saída do funicular e seguimos até o Cerro Santa Lucía. Entramos na feirinha em frente ao cerro, com preços bons e baratos. Indico o local para a compra de lembrancinhas. Um rapaz vendia empanadas venezuelanas deliciosas. Aliás, o Chile tem o costume de empanadas, são grandes e gostosas.
Para compras práticas, o supermercado Líder Express é muito bom. Percebi que no país a guerra contra a sacola plástica e o canudinho está grande. O Origen Apart-Hotel (rua Tarapacá/Curicó, 644) com os funcionários Alfonso, Nelly e Luís vale a pena.
Aconselho que conheçam um pedacinho charmoso do centro: o bairro Paris-Londres, tão europeu nos seus prédios e casas. Bucólico, calmo e bom de passear.
Em breve viajaremos a Pucón no sul do Chile.

Belo roteiro ! 👏👏👏
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Querido Vinícius,
Fabuloso você ter gostado. Uma grande ideia para você e a Denise conhecerem. Que continuemos nossas jornadas juntos! Grande prazer.
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