Chile – Pucón – Lican Ray

Chile – Pucón – Lican Ray

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Foto da Playa Grande-lago Calafquén-Lican Ray-Chile-foto tirada por Mônica D. Furtado

Hoje é dia 30 de abril de 2019. Visitamos o vulcão Villarrica pela manhã e à tarde conheceremos o balneário Lican Ray.

Vamos ao terminal JAC de ônibus maiores a fim de pegar o ônibus para a cidade de Villarrica, próxima de Pucón, por 1000 pesos. Descemos em outro terminal e entramos em um micro-ônibus (buses Coñaripe) para Lican Ray no intuito de conhecer o lago Calafquén. No total: uma hora de viagem. Este micro-ônibus estava repleto de idosos, parecia um transporte familiar. O chileno é muito gentil. Interessante que há pessoas vendendo frutas no ônibus. Passageiros entram e descem em diferentes paradas. Gosto de observar como são e vivem.

Entre Villarrica e Lican Ray vi muitas cabanas e lojas de móveis, além de lugares para tirolesas, cavalgadas e paintball. Detalhe: Lican Ray dista 24 km ao sul da cidade de Villarrica. As margens do lago Calafquén são divididas por uma península, criando duas praias: a Chica e a Grande.

A nossa parada foi na linda praça, esquina das ruas Esmeralda com Cacique Marichanquin.

De lá seguimos até a Playa Chica (Praia Pequena) com barcos coloridos, botes para aluguel e casas charmosas, porém sem movimento. Foi estranho. Depois nos explicaram que o balneário funciona somente no verão. O lugar é bucólico e pacífico, lembra Santo Antônio de Lisboa em Floripa.

Já a Playa Grande (Praia Grande), localizada à rua Cacique Punolef, é maior e tem mais barcos, botes e pedalinhos para aluguel. Os restaurantes e bares estavam fechados, com exceção de uma padaria e um supermercado.

Fizemos reconhecimento do local e decidimos retornar a Pucón, pois realmente não havia mais novidades. Digno de nota dizer que tanto em Villarrica quanto em Pucón existem muitas lojas de roupas usadas. Aconselho. Quem quiser deixar para comprar casacos nessas tiendas, encontra possibilidades tentadoras.

No feriado de 1˚de maio de 2019, estávamos a passear em Pucón. Poucas lojas estavam abertas, logo fomos ao Mercado Municipal. Os preços das lembranças de viagens estavam bons: muitos produtos de madeira, ervas naturais, flores artificiais, roupas, gorros e calçados de lã de ovelha etc. Enorme o tamanho do mercado. Chamou a atenção a variedade de centros de artesanatos atraentes.

Nosso almoço foi no café Luthier. Estava mais caro por ser feriado (8.500 pesos para os dois). A música era de boa qualidade: cubana e bossa nova em francês. Entraram duas moças e tocaram músicas da região: cuencas por um trocado dos clientes. A refeição especial teve bisque de camarões de entrada, taça de vinho e menu do dia: salmão à manteiga com polenta cremosa para o Carlos e suprema de frango com mostarda e verduras salteadas para mim, mais sobremesa (torta de mirtilo) e café expresso orgânico. Tudo delicioso. Os garçons e o chef tratam todos muito bem. Para quem não sabe, “bisque” é uma sopa da culinária francesa que consiste em um caldo de crustáceos engrossado com creme de leite ácido ou com outros ingredientes.

Para o lanche, fomos ao Cassis: Chocolates e Café, Gelateria e Pastelaria na rua Fresia, 223. Eis a casa matriz. Também tem em Temuco, Santiago e Puerto Varas. Foi indicação do meu irmão Rogério e cunhada Lindiane de São Paulo. Todo na madeira, o local é encantador. Uma loucura de tantas gostosuras. Apesar de caro, vale cada tostão. Pedimos uma água com gás e um café expresso: 1.800 pesos!  Com tanto frio e chuva promissora, retornamos ao hotel.

Em breve visitaremos o Parque Nacional Huerquehue.

 

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