Diários do Canadá: Quebec 7
Hoje é domingo, dia 22 de outubro de 2017. Decidimos visitar o Museu do Forte no centro da Velha Quebec. Só tínhamos nós e a apresentação foi em inglês, então pro Carlos ficou incompleto o entendimento, mas como era interativo, deu para captar algo. Estamos em um auditório com bancos e lá embaixo há uma maquete da geografia de Quebec. A apresentação estilo show com luzes mostrando as batalhas entre franceses e ingleses pela posse da Nova França com fatos históricos e datas encanta. Valeu os 8.50 CAD (dólares canadenses).
Após sair do museu, descemos as escadas ali perto e fomos ao charmoso bairro Petit Champlain. Ma-ra-vi-lho-so! É composto de pequenas ruelas, muitas lojas de tudo, algumas lindamente decoradas para o Halloween, galerias de arte, restaurantes variados, enfim um ambiente gostoso de se estar. O dia ensolarado ajudou. Algumas das primeiras casas da antiga colônia francesa, construídas centenas de anos atrás, ainda estão de pé.
Almoçamos no GIGI um combo: sopa de verduras, sanduíche de frango e queijo e café por 11.95 além das taxas. Como já disse antes, para almoçar não há muita criatividade, tudo se resume a pão. Porém, foi muito bom ver a família trabalhando unida.

De lá continuamos a nossa caminhada e chegamos à beira do rio São Lourenço, à Promenade Samuel de Champlain onde passamos pelo Terminal de Passageiros de Cruzeiros. Trata-se de um calçadão bem cuidado e enorme. Quebec é um primor.
Descobrimos logo depois o Mercado do Velho Porto com muito a oferecer em termos de frutas, queijos, cervejas, chocolates, dentre outras iguarias. Há quiosque de tudo de mirtilo (blueberry): da geleia ao suco, outro de cramberry, uau! Amei! Muitas frutas da estação: maçã, uva e morango. Nunca comi tanta maçã como nesta viagem. A atmosfera do lugar delicia o nosso paladar e olfato. Vimos gente da terra e turistas fazendo as compras da semana. O Carlos comprou umas frutas pensando serem uvas, mas não eram, deveriam ser algumas frutas selvagens (berries). Saímos com o nosso jantar: quiche de cogumelos, suco de laranja e as berries. Foi um domingo aprazível.
Tenho uma para contar para vocês. Na viagem de ônibus de Montreal para Quebec, esqueci a minha almofada de gel, companheira de jornadas longas, no ônibus. Fui lembrar um dia depois. Aí começou minha peregrinação para encontrá-la. Até a sra. Shirley, atendente simpática e prestativa do hotel Maison du General, entrou na história. Resumo da ópera: ela ligou para a Gare du Palais várias vezes, nós fomos a pé lá, falamos com a moça da empresa e ela contou ao gerente e nada. Alguém ficou “de lembrança”. A sra. Shirley me disse que isso já acontecera com ela e que eu não tivesse esperança. Logo, a empresa Orléans não ganharia prêmio de honestidade. O incômodo maior foi perceber a falta de disposição da moça da Gare para achar. Para “não chorar o leite derramado”, assim que cheguei a Fortaleza comprei outra. Aconselho a almofada de gel.
Continuarei em breve…

Oi Mônica, muitas saudades de você.❤
Minha professora favorita.
Que bom que você compartilha suas viagens neste blog. Dessa forma eu conheço mais sobre vários lugares e ainda mantenho contato com você 😃
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Querida pupila Shayane,
Menina, que surpresa maravilhosa ver você aqui! Fico muito feliz, viu? Estou com o meu blog desde abril e curtindo cada momento e postagem. Continue lendo, pois ainda tenho muito o que contar. Espero que esteja bem e produtiva. Beijos.
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