Mendoza-Argentina

Mendoza – Argentina

Eis Mendoza, a capital do vinho Malbec na Argentina. O ditado mais conhecido da cidade é “Si vino a Mendoza y no tomó vino, a qué vino…” Realmente, vir aqui e não se refestelar de vinho não tem graça.

Chegamos dia 15 de maio de 2018. O aeroporto é pequeno e bem ajeitado. Mas a minha mala somente chegou 24 horas depois. Contei no artigo “Dicas de Viagem”. A do Carlos estava no setor de reclamação de bagagens e tinha vindo de Santiago do Chile e naquele país nem passamos. Enfim, problemas da mudança do sistema da LATAM. Um REMIS, tipo Uber, do aeroporto ao hotel perto da Praça Independência saiu por 190 pesos. As localidades no país hermano, com exceção de Buenos Aires e Bariloche, são bem mais baratas para nós.

Vamos falar na linda cidade. O Carlos já havia estado lá e pelo seu encantamento eu também quis conhecer.

Como chegamos na hora do almoço, descobrimos bem cerca do hotel Carollo Gold, um restaurante cujo garçom Rubem nos tratou muito bem.  Aliás, nós amamos os argentinos e eles nos amam. O restaurante se chama Facundo e está situado em uma casa grande e antiga, muito agradável. Por 200 pesos por pessoa, comemos uma merluza grelhada com acompanhamentos de batatas e legumes ao vapor, uma delícia.  Não pedimos vinho, porque estávamos cansados e a bebida dos deuses tem que ser saboreada com qualidade.

A respeito do hotel, escolhi checando na internet e foi uma excelente escolha. O pagamento foi feito pelo Bancorbrás, já mencionado algumas vezes aqui. Pagamos mensalmente e temos direito a sete diárias anuais em hotéis em qualquer lugar do mundo, às vezes pagamos suplemento ou não temos direito ao café da manhã. No caso, foi ótimo, com café e sem suplemento.

O hotel Carollo Gold, localizado à av. 25 de Mayo, 1184, tem pessoal atencioso e é situado perto da principal praça de Mendoza: a Independência.

Praça Independência em Mendoza
Praça Independência em Mendoza-Argentina à noite-foto tirada por Mônica D. Furtado

Há restaurantes, supermercado Carrefour, padaria, pizzaria etc. Excelente! A dica de compra de vinhos mais em conta na Argentina é rumar a um Carrefour, os preços valem.

Após um merecido descanso, nos guiamos à famosa Peatonal Sarmiento, via Praça Independência. Trata-se de um calçadão especial, bem cuidado, com lojas, cafés, restaurantes e árvores, muitas árvores. Vi trabalhadores ajeitando a calçada à tarde e garis varrendo a peatonal com uma folha de palmeira grande, uma diversão!

Paramos para jantar lá em uma Confeitaria e Restaurante Zeux para um promo, ou seja, por um preço fixo temos direito a um café com leite ou só café ou chá, sanduíches tostados e um suco natural de laranja. Faltou o suco, veio a água mineral com gás. Por aquelas plagas, amam esse tipo de água. Aconselho a Panaderia e Confiteria Dϋn Ken na Peatonal Sarmiento, 250. A torta de maçã ou tarta de manzana é bem alemã.

A cidade é uma gostosura, toda rodeada de árvores. Ajuda a amenizar o calor ou o frio. No momento, pegamos de 6˚ C a 17˚ C. O clima é árido e tem temperatura definida nas estações.

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Estande turístico na Praça Independência-Mendoza-Argentina-foto tirada por Mônica D. Furtado

Falarei mais da aconchegante Mendoza. Fomos para passear e tomar vinho Malbec. Dizer que o povo fuma muito é me repetir, mas fazer o quê? Tudo valeu. Continuarei em breve…

 

4 comentários em “Mendoza-Argentina

  1. Lindo é preciso relato, Mônica!
    Malbec e o espírito argentino são imperdíveis. Não conheço Mendoza mas vamos pensar depois de duas dicas.
    Bom saber e seguir as duas dicas que são precisas e preciosas.🌸

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    1. Querida Márcia,
      Mendoza vale cada minuto. Ao chegar, você se depara com uma cidade única, As árvores são o cartão postal, juntamente com suas praças e povo acolhedor. Uma semana lá dá vontade de quero mais… Quando for, respire aquele ar de local histórico e convidativo a um bom vinho. Beijos e obrigada, como sempre.

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  2. Que delícia de relato, Mônica! Obrigada. Fiquei com água na boca só em pensar naquela torta de maçã.
    No Egito os garis também varrem as ruas com galhos de árvores. Se bem que garis são raros por lá.
    Aguardando as próximas aventuras! Abraço grande.

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