Chile – Chegada a Pucón

Chile – Chegada a Pucón

Hoje é dia 26 de abril de 2019. O taxista cobrou 20 mil pesos chilenos para nos levar do centro (do apart-hotel Origen – rua Tarapacá, 644) de Santiago ao aeroporto e ainda ganhamos um alfajor. Achei o máximo. Indico o taxista bom de prosa Roberto Cornejo (rcornejo26@gmail.com).

Chegamos ao aeroporto Arturo Benitez (pai da Aeronáutica) na seção de voos nacionais. Tivemos que ir às máquinas para o check-in e para as etiquetas das malas. Depois seguimos ao atendimento: LATAM para Temuco. O avião saiu às 13.38 h e chegou às 15 h. Lembrando que no voo só oferecem água de graça, o restante é pago. Em Pucón o aeroporto só funciona no verão, logo tivemos que descer em Temuco, já que é outono.

No aeroporto de Araucanía descemos e fomos procurar transporte a fim de rumar a Pucón. De ônibus se paga 3 mil pesos, de táxi 55 mil, e de van 12 mil. Escolhemos a van, porque tivemos sorte de muitos visitantes quererem ir para lá. Quem não é tão felizardo, tem que pagar um táxi que é muito caro. Outra maneira bem mais simples, mas mais cansativa é ir de ônibus. Sai da estação de ônibus de Santiago direto a Pucón. Passa a noite viajando e dormindo por estradas maravilhosas. Vi americanos e chilenos fazendo esse percurso. Da próxima vez, o Carlos e eu viveremos essa aventura.

Em 1 hora e 20 minutos adentraremos a cidade e o motorista da van deixará cada turista no seu hotel. No caminho, passamos por muita vegetação e fazendas de gado. Lembra a vegetação da Serra Gaúcha: muitos pinheiros e eucaliptos. A região é de exploração madeireira.

Saindo do aeroporto, a via da esquerda vai a Temuco e a da direita vai a Villarrica e Pucón.

Estamos no sul do Chile, a 780 km da capital Santiago, na província de Cautín na região de Araucanía. Pucón foi dica do meu irmão Rogério e cunhada Lindiane (de São Paulo) que lá estiveram e amaram.

Em Pucón fomos entregues no Hostal Graciela de Victoria e Henry Herrera Martínez pelas 18.30 h. Um bed and breakfast (pousada na qual a família cuida e mora) adorável descoberto no Booking.com. Endereço: Rolando Matus, 521 (e-mail: hostalgraciela@gmail.com). Nos sentimos muito bem acolhidos. O Henry (para nós, Henrique) foi nosso guia informador e trocamos muitas ideias com ele. Pagamos logo as sete diárias em dólares ($385) para não pagar o imposto IVA.

Mal nos acomodamos, já saímos para jantar. Descobrimos o restaurante Krater na av. principal da cidade Bernardo O´Higgins. Pedimos truta com salada, purê de batata e refrigerante Ginger Ale (amo!). Foram 5.900 pesos para cada um. Comer tal peixe saboroso, sentar em uma mesa na calçada e ficar a vontade é demais, além de sentir um friozinho bem agradável. A partir daí tive certeza que Pucón prometia…

Em breve mais sobre tão charmosa cidade, fundada em 1883.

10 comentários em “Chile – Chegada a Pucón

    1. Olá Felipe,
      Obrigada pelas suas palavras encorajadoras. Realmente, eu amo escrever. Tenho vários artigos de viagem publicados no jornal O Povo de Fortaleza, principalmente. Alguns coloquei aqui no blog. Falando no Chile, eis um país de respeito. As pessoas são educadas, isso mostram no trânsito. Há muito a ver, mas não fique só em Santiago e arredores. Puerto Varas, Pucón e o Deserto do Atacama são estupendos. Eu própria ainda tenho um Chile a explorar. Grande abraço e obrigada pela sua participação.

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  1. Olá Prima!
    Estive em Pucón em Dezembro de 2000! Com a turminha toda mais o papai e mamãe!! Adoramos… creio que está na hora de voltarmos! Vou anotar suas dicas! 😘

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    1. Leyla prima,
      Maravilha ver você aqui no meu blog. Não imaginava que vocês conheciam Pucón. Sim, penso que um lugar como esse merece uma outra visita, afinal sempre tem novidades, né? Você e sua família têm alma de viajante. Grande beijo.

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