Diários do Canadá: Quebec 8

Diários do Canadá: Quebec 8

DSCN1937
Símbolo dos 150 anos do Canadá como jardim encontrado no nosso passeio a pé por Quebec-foto tirada por Mônica D. Furtado

Hoje é segunda-feira, dia 23 de outubro de 2017. A ideia é passear pela cidade fora da muralha. Saímos do hotel e seguimos a rua St. Louis acima. A continuação dessa rua é a Grande Allée Est (Leste) e seguindo essa se chega à Grande Allée Ouest (Oeste).

Na Grande Allée Est descobrimos a aprazível Praça George V. Perto tem o Jardim Joana D´Arc, projetado em 1938 por um paisagista da cidade ao redor da estátua da heroína com seu cavalo. Vimos moradores e suas famílias o visitando. Muito interessante o que fizeram no local para o Halloween.  São vários os estágios com estátuas da Viúva Negra ao fantasma preso, misturando fatos verídicos da história de Quebec com o dia das Bruxas. Tudo decorado e cada espaço aproveitado. Haveria uma festa lá no dia 31 de outubro. Como gostam da data. Próximo está o Parque dos Campos de Batalha. Como se vê, caminhando dá para conhecer muitos sítios importantes.

Achei fantásticos os banheiros públicos de Quebec. Existem em diversas partes da cidade e dão gosto. Também há bancos para sentar nas ruas, praças e parques.  O turista cansado agradece.

As Planícies de Abraão (ou o Parque dos Campos de Batalha) são um espaço que engloba muito da cidade. Andamos e localizamos a avenida Cartier no bairro Montcalm, como queríamos. Local esfuziante com lojas transadas. Descobrimos um shopping pequeno com restaurantes promissores, confeitaria com doces franceses (matei as saudades do creme brullée) e supermercado. Lá compramos salada e suco para o almoço e compramos figos. A avenida é viva e colorida, é atração turística. Visitamos uma mercearia chique (épicerie) com venda de geleia de champanhe, de vinho do Porto e azeites de oliva incríveis. No número 150 na mesma avenida existe uma loja a qual amei: Um Coin Du Monde, pois tem de tudo, são tantas pequenas coisinhas que impressionam. Comprei um romance por um preço razoável: 10.49 CAD com taxas. Por mim não saía de lá. Falei com a dona e elogiei a loja.

Na Grande Allée Est (Leste) encontramos nosso jantar na lanchonete turca: kebabs deliciosos de frango com verduras para mim e de carne com verduras para o Carlos. Viva os kebabs, bem substanciosos e recheados. Encontramos um mimo nessa avenida no número 91: o Hôtel Relais Charles Alexandre (relais@oricom.ca). Da próxima vez, ficaremos lá, porque é charmoso e perto de uma região interessante e pra lá de movimentada. O gerente amável se chama Carl Power. Recomendo.

Na Grande Allée Ouest (Oeste) vimos casas de pedras lindas e restaurantes estrangeiros: libanês e espanhol, além de cafés e cervejarias. Valeu o passeio. A gente conhece realmente uma cidade a pé.

No dia seguinte, 24 de outubro de 2017, nosso último dia em Quebec, começamos o dia comprando ao lado de onde estávamos um muffin enorme de banana para a sra. Shirley do hotel, pois ela foi muito atenciosa conosco. Ficamos pela Velha Quebec para conhecer os arredores e demos uma olhada no Museu das Ursulinas e na capela. A tumba da santa Marie de L´Incarnation (1599-1672), primeira Madre Superiora do Convento das Ursulinas na cidade e canonizada pelo Papa Francisco em 3 de abril de 2014, está lá na capela, ao lado do Monastério das Ursulinas. No próximo artigo conto mais sobre o museu, pois quando fomos não era horário de visitação.

Entramos na loja indiana Ziba Belezas do Oriente, completa e fenomenal. Também gostei da loja de departamento Twik/Simons com roupas e casacos lindos por preços acessíveis em alguns produtos. Ali perto tem loja que só vende azeite de oliva: Oliv e a Boutique Mary´s Popcorn Shop, ou seja, loja de pipocas coloridas. Bem diferente mesmo. Outra imperdível é a loja de balas, chocolates, maples etc, chamada C´est si Bon Confisserie, situada à rua St. Jean. O centro de dentro da muralha é bem diversificado e bom de conhecer. Há altos e baixos na cidade antiga, como caminhamos… Em Quebec tudo é feito para durar, por exemplo. As lojas estão nas famílias há gerações.  Aprecio isso.

Espero estar conseguindo transmitir para vocês a cidade fantástica que é Quebec. Continuaremos com o Museu das Ursulinas em breve…

 

2 comentários em “Diários do Canadá: Quebec 8

Deixar mensagem para monicaalmadeviajante Cancelar resposta