Águas Belas – Cascavel – Ceará – Brasil

Águas Belas – Cascavel – Ceará – Brasil

Primeiro dia. Mais uma aventura de final de semana, desta vez o Carlos e eu fomos ao distrito de Cascavel visitar Águas Belas de 12 a 15 de agosto de 2021, de sexta a domingo. Vamos ao litoral leste pela CE-040 e entramos no retorno para Cascavel. A cidade é bem ajeitada, a avenida é larga: Chanceler Edson Queiroz. Na esquina da rua Cel. Horácio Bessa, continuamos rumo às praias da Caponga, Águas Belas e Balbino. Basta seguir as placas. Passamos pelo sítio Sabiá no caminho, uma lindeza.

Adentramos a praia da Caponga, outro distrito de Cascavel. Acho que poderiam plantar mais árvores, a aridez é grande. A continuação já é Águas Belas. Ficamos no hotel Águas Belas Hotel Praia, local privilegiado por estar entre o rio Malcozinhado e o mar. A beleza chegou ali e ficou. O hotel oferece chalés e apartamentos rodeados de piscinas repletas de brinquedos para crianças. Em uma próxima vez, nos hospedaremos em um chalé olhando para o rio, mais afastado das piscinas, uma vez que pessoas de fora podem usá-las, assim como o restaurante, logo o barulho é grande. Para quem não se incomoda, tudo bem, o Carlos e eu, entretanto, preferimos descansar e ouvir o som do mar. Tenho que avisar que cobram multa caso o hóspede leve bebida ou comida de fora para lá. Achei pra lá de diferente (R$100,00 a multa).

No hotel está escrito “Onde o sol beija a lua e o rio abraça o mar”, autor: Iranildo Pereira. O rio bate na beirada do hotel, por isso a contenção é feita por rochas. Visual belo.

Há bares modelo palhoças na beira rio, com redinhas para os visitantes deitarem. Parece uma lagoa, o banho é refrescante.

Vemos famílias jogando cartas à noite na maior tranquilidade no hotel. Vale mencionar que o restaurante nos propiciou as refeições. Achei melhor o almoço do segundo dia: peixe pargo com fritas, salada, batata-doce e baião de dois (prato de arroz e feijão com queijo, típico do Ceará).

Segundo dia. Dia de passear de barco pelo rio Malcozinhado. Por R$20,00 cada um, tivemos um casal de companhia Carla e Betão, ela de Manaus/Fortaleza/Itália e ele, de Santa Catarina. Pegamos o barco na saída do hotel, no rio. Trata-se de uma chalana denominada Canobella II, cujo piloto é o Boto, figura empreendedora da região (ali perto possui um bar/restaurante). No passeio ecológico, o Boto mostra os manguezais e descreve o rio que tem água salgada e doce. É um criatório de camarões, siris, ostras, peixes, uma fartura. Como ele diz, ninguém passa fome por lá. A trilha do mangue é rica. Tem um momento do passeio que ele para a fim de tomarmos banho. Uma maravilha!

Na volta, felizes e molhados, somos apresentados ao mangue sapateiro e ao mangue branco. Os peixes e caranguejos se alimentam deles. Precisam do iodo da água do rio. Segundo o Boto, bom para quem tem lupus. Voltamos pela mesma trilha do mangue, de acordo com o piloto, passamos na maré baixa e só o barco dele consegue. O passeio está no fim, uma pena, pois encanta. O casal ficou no restaurante do Boto à beira rio e nós descemos no portão do hotel. Aí resolvemos tomar mais banho. A água é verde e transparente.

À tardinha, caminhada pelo delta do rio e praia. Muita gente curtindo o momento. Descobrimos um hotel transado, bem tropical na praia: Varandas Beach.

Terceiro dia e último dia. Mais banho de rio. Fomos embora de tarde. Entramos na Caponga, mais movimentada que Águas Belas com casas, pousadas, muito graciosa. Pegamos uma estrada nova Caponga-Pindoretama, dica do pessoal do hotel. Aproveitamos e conhecemos a praia do Balbino, simpática, com casas de pescadores, mais verde com mangues e algumas barracas à beira mar. Não encontramos pousadas. Antes de chegar em Pindoretama, a terra das rapaduras, passamos por Pratius, uma cidadezinha longa. Sempre conhecendo um pouquinho mais do Ceará.

Para concluir, vale a pena, pois é perto de Fortaleza e o lugar oferece uma paisagem única.

4 comentários em “Águas Belas – Cascavel – Ceará – Brasil

  1. Amamos o lugar. Achei a água das piscinas e do rio muito quente, confesso, mas parece ser uma particularidade do local. Ficamos em um dos chalés de frente para o Rio (recomendo pela tranquilidade) e aproveitarmos as mesas em frente para apreciar a noite. Vale a pena!

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