Bariloche-Argentina 2022-passeio de ônibus turístico-quinto dia

Bariloche- Argentina 2022- passeio de ônibus turístico-quinto dia

Hoje é quarta, dia 17 de agosto de 2022. Pela manhã, neve e frio, andamos pela rua Mitre no centro, a rua do hotel Soft (Mitre 685), onde estamos hospedados. Antes fizemos combinações com o guia Esteban (do nosso pacote da CVC) sobre os passeios de quinta e sexta. Pagamos antecipadamente, vamos para San Martin de los Andes e Puerto Blest.

Voltemos à Calle Mitre, como é bom ver o movimento de gente nas chocolaterias, lojas, cafés etc. O almoço foi no restaurante El Lingüini (Mitre 370): pedimos trutas “ao limão com batatas fritas” e ao “queijo roquefort”, ambas degustadas com vinho Malbec. Gostam mais de batatas do que de arroz na região. Aconselho o local, tudo ótimo.

De lá, pegamos o ônibus turístico “com cara de trem” ($ 2mil pesos argentinos por pessoa) para conhecer mais a cidade. Chama-se El Tren de Bariloche e oferece um voucher para a loja Fusion, que vale uma degustação de vinho (Quaglia 183) após o passeio. O frio é intenso até dentro do ônibus. Socorro! Sai às 10 h, 11h30, 14 h, 15h30, 17 h e 18h30 da esquina da rua Mitre com Villegas a cada 1 h e 15 min. Contamos com a Gimena como guia municipal e com o motorista Claudio.

Vamos os detalhes: passamos pelo Centro Cívico, fundado em 1940, com o intuito de se tornar um centro de turismo e reunião pública, cujo arquiteto foi Ernesto de Estrada. Trata-se de um monumento nacional, um conjunto de edifícios de caráter público, com a estátua do ex-presidente da Argentina Gal. Roca no centro da praça. Lá estão a Torre do Relógio, o Museu da Patagônia Francisco Moreno, a Biblioteca Sarmiento, a Prefeitura etc. O estilo arquitetônico é europeu alpino.

A guia mencionou a cervejaria Wesley (Av. Bustillo 15500) que usa lúpus da região e vi casas antigas encantadoras. Interessante que nem todo mundo que habita em Bariloche conhece as montanhas ou esquia.

No alto da cidade (zona sul), conhecemos o bairro alemão com casas de arquitetura típicas da Alemanha e Suíça, já que tais povos chegaram para viver lá no passado, hoje são alugadas para turistas. O vistoso bairro Belgrano, com seus pinheiros nevados, foi morada de nazistas fugidos no pós II Guerra Mundial da Europa. Como se sabe, o país recebeu muitos na época do presidente Perón.

Neva na cidade de abril a setembro, logo Bariloche é uma pintura de cartão-postal com as casas com neve na frente. Os moradores têm que tirar o gelo, se não é perigoso se machucar. São 200 mil habitantes aproximadamente, de acordo com a guia.

Continuamos pelo bairro Cumbre, bem tranquilo, mas que cresce sem controle. Nem todos têm gás natural contra o frio, então usam lenha.

No mirante, vemos a praça Mallin, coberta de neve. O bairro tem o mesmo nome. Lá descemos do trem/ônibus e os visitantes embevecidos brincam na neve. O Carlos e eu ficamos nas fotos. As casas mais antigas são de madeira e de cores claras.

Em 1930, surgiu a primeira escola; na década de 1950, a primeira central telefônica do país; em 1938, o Hospital Nacional. No Shopping Patagonia (na esquina de Elflein y Onelli) existem cinema, cassino, restaurantes e lojas. Fica para a próxima entrar nele.

Bariloche era uma colônia pastoril e agrícola, hoje é uma potência turística. Algumas ruas importantes são Mitre, Moreno e Palácios. A Festa Nacional da Neve (29 de julho a 06 de agosto), a Semana Santa e a Festa Nacional do Chocolate (entre 18 a 21 de abril) fazem parte do calendário anual.

Fizemos compras de geleias no La Península Chocolates y Dulces (Frey 199) e para jantar, no de sempre, Coffee Store (o sanduíche misto de queijo e presunto e licuado de frutas-um tipo de suco com leite batido) em frente ao hotel, com empanadas do Da Abuela, bem pertinho. Hábitos se criam rapidamente, sem dúvida.

Seguiremos com mais belezas em breve.

6 comentários em “Bariloche-Argentina 2022-passeio de ônibus turístico-quinto dia

  1. Curto relato mais direto e cheio de detalhes!
    Muito interessante.
    Fotos belíssimas.
    Mais uma vez, obrigada pelo relato e locais a visitar, Mônica!

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    1. Querido Victor,
      Na verdade, tomamos a cerveja do restaurante Família Weiss na primeira vez que fomos. A cervejaria não conhecemos. Desta vez, tomamos vinho no restaurante, o clima era mais promissor. Obrigada pelo seu comentário, como sempre. Grande abraço, amigo.

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