Gramado-Rio Grande do Sul-Brasil-2023-Chegada
Dia 10 de abril de 2023. Lá vamos nós à cidade da paixão nacional: Gramado. Pegamos o voo das 4h30 da madrugada de Fortaleza a Guarulhos-São Paulo e de lá a Porto Alegre pela GOL. Chegando pelas 11h30, pegamos um transfer da CVC com seis pessoas (uma Sprinter), já pago, e rumamos a Gramado por Taquara, mais 2 h de viagem. No caminho, passamos por Sapiranga, Araricá e Parobé.
Chegamos a Gramado, ao Sky Centro Hotel & Spa, localizado à rua João Fish Sobrinho, 115, escolhido por ser perto do centro e de ótima qualidade. Hospedagem via sistema Bancorbras, ou seja, tínhamos direito a 7 diárias. Tomar água da torneira é um luxo. Os atendentes do hotel solícitos e queridos: o pernambucano Rodrigo, o Tony, dentre outros. A cidade repleta de trabalhadores nordestinos, fiquei feliz em ver.
Saímos logo para o almoço. Estava calor. Estávamos muito cansados de tantas horas de viagem. O Galeto Di Paolo estava bem ali, logo foi o escolhido (rua Garibaldi, 23). Muita gente prefere a refeição do tipo Sequência, isto é, um valor fixo com muita comida que começa com uma sopa de capeletti, típica do sul. Nós decidimos pelo prato a la carte mesmo: penne integral ao molho de tomate seco mais o “galeto al primo canto” (receita tradicional gaúcha feita de frangos pequenos assados). Delícia! O restaurante é primoroso e bonito, por isso caro. Pagamos uns R$210,00. Ao longo dos dias, fomos conhecendo opções também muito boas por preços mais acessíveis, embora soubéssemos que Gramado é uma cidade dispendiosa. Planejamento financeiro é necessário.

À noite, o clima estava 22º C, uma maravilha perambular por suas ruas limpas, bem cuidadas. Muito movimento, como sempre, Gramado sempre atrai turistas. As ruas ainda estavam decoradas para a Páscoa. As flores pela cidade toda e os jardins encantam. Passamos pelo prédio do Festival de Cinema de Gramado, o Palácio dos Festivais, situado à av. Borges de Medeiros, 2697, com a estatueta do Kikito exposta, eis a premiação. Surgiu na imaginação da artista Elisabeth Rosenfeld em 1967, como representação do deus do bom humor.
Saímos à procura da Casa da Velha Bruxa, uma confeitaria/ lanchonete original, com guloseimas apetitosas. Pedimos suco de uva branca que nos lembrou a cajuína do Ceará. Bem refrescante. E a torrada da Velha Bruxa com molho da casa. Conversamos bastante com o garçom Pablo, que havia morado em Aquiraz, no Ceará. Ele deu a sugestão da vinícola Jolimont. Segundo ele, o vinho rosé vale a pena. Detalhe: os lugares mais turísticos são sempre os mais custosos. Com os dias, descobrimos outros cantinhos válidos.

Após o jantar, saímos pelo Largo da Borges, Via San Marco, Chocolateria Prawer, Fantástica Casa de Chocolates Florybal etc. A avenida Borges de Medeiros é um evento! Iluminação, multidão, alegria, bom demais.
Meu conhecimento com Gramado remete a minha infância, quando vivia em Porto Alegre (dos 6 aos 12 anos). Ao longo dos anos, sempre voltei e vejo que de uma cidade mais calma e natural, está cada vez mais agitada, cheia de atrações. Uma coisa ninguém duvida, continua bela.
