Buenos Aires sempre!-2024-Centro Cultural Coreano-dia 5

Buenos Aires sempre!-2024-Centro Cultural Coreano-dia 5

Hoje é segunda-feira, dia 9 de setembro de 2024. Café da manhã sem novidades, mas o doce de leite da marca Verónica e o queijo cremoso são deliciosos. Dia para mais passeios. Na rua Maipú, 972, perto do nosso Gran Hotel Buenos Aires, eu havia visto o Centro Cultural Coreano, logo era o momento de conhecê-lo. Como sou “dorameira” (apaixonada por séries coreanas), a Coreia me atrai sobremaneira.

E entramos com o passaporte. Há exposições itinerantes e as fixas se encontram no 1° andar. Na sala Kim Yun Shin, vimos pinturas inspiradas nos preceitos do budismo, além de esculturas. No térreo, exposição de comidas e sua preparação, roupas da época do Império Joseon (ou Dinastia Joseon, de 1392-1897), casas com quartos separados para homens e mulheres. Amei. Sala de Hanbok-roupas e a sala de Hansik-comidas.

Mais sobre a cultura coreana. Há painéis explicativos. Hallyu-a história de intercâmbios da cultura popular coreana através de idiomas, fronteiras e raças. Desde o furor das telenovelas coreanas na década de 90 até o êxito estatístico do K-pop, o Hallyu (a onda coreana) foi expandindo novas áreas, criando novos conteúdos. Hoje em dia o hallyu se expressa em formatos tão diversos como filmes, jogos, programas de televisão, gastronomia e outros produtos além da música, no que contribui ao entretenimento entre as diversas culturas.

O alfabeto coreano coexiste com a beleza, a democracia e o espírito de amor ao povo que sempre acompanhou a sua história. O hangul é o alfabeto coreano único da Coreia, anunciado pela primeira vez em 1447 com o homem de “Hunminjeongeum” que significa “o som correto que ensina o povo”. A excelência científica e a criatividade do hangul são reconhecidas ao redor do mundo e já que são 24 letras inspiradas nos órgãos vocais, permitem um número quase infinito de palavras.

Balhyo. Na Coreia, a comida fermentada por muito tempo é sinônimo de saúde. A fermentação, entendida como processo de maturação da comida, é uma das características salientes da gastronomia coreana. O melhor exemplo disso é que na Coreia existem mais de 200 tipos de Kimchi, ademais, os molhos feitos à base de soja fermentada e o jeogtal (marisco salgado fermentado) são algumas das comidas favoritas do povo coreano.

No site https://www.mundoboaforma.com.br, encontramos o prato kimchi. Trata-se de uma conserva que é a base da alimentação dos coreanos. Ele é feito tradicionalmente com acelga e outros ingredientes como açúcar, sal, alho, gengibre e pimenta, por exemplo.

Hanbok é um vestido artesanal costurado à mão por profissionais. Estas telas charmosas, de cores naturais, são realizadas com linhas e formas elegantes trazidas pelas cuidadosas mãos de suas criadoras. O vestido tradicional, o hanbok, é simples e elegante e mantém a dignidade de quem o veste. Hoje se segue utilizando em dias especiais.

Saímos de lá encantados. Recomendo. E rumamos à praça San Martin. Bem cuidada, limpa, arborizada com árvores “de idade”. Tem uma gigante no meio da praça. Os moradores se deleitam. Há parquinho para crianças. A gente vê a Torre Monumental (antiga Torre dos Ingleses) com o Paseo de los Granaderos. Trocamos o show de tango para terça no dia seguinte com o brasileiro Jimmy, da Fontenaytours. Compramos mais alfajores na Punto Dulce, na Florida, 888.

Almoço no Trippin´Cafe, na rua Maipú, 944, cerca do hotel. Bife de chorizo (corte de carne popular na Argentina) com salada para o Carlos, e filé de merluza (peixe) com salada para mim. Comida farta. Cada cantinho legal, restaurantes pequenos e aconchegantes. O argentino ama Messi, Star Wars, futebol e sua capital.

Continuaremos à tarde com a visita ao Museu do Holocausto. Muito a dizer.

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