Campos do Jordão para conhecer-chegada
Hoje é sábado, dia 14 de março de 2026, vamos o Carlos e eu para mais uma nova aventura. Não posso dizer que conhecia Campos do Jordão, estivemos lá em um bate e volta da capital paulista, agora será com mais calma. Compramos um pacote de 5 dias pela CVC (shopping Del Paseo-com Luciana Nogueira) em Fortaleza, Ceará.
O voo da GOL Fortaleza-Guarulhos (São Paulo) às 4 h da madrugada. Serviram uns biscoitos ótimos, refrigerantes, água e café. Chegamos umas 8 h, tráfego intenso de aviões em Guarulhos, então se espera para aterrissar, mais demora para sair do avião lotado. Na esteira 215, nada das malas por uma hora, que aflição e haja reclamação. Só despachamos a mala pequena para termos mais espaço para a mochila. Nos arrependemos, isso nunca havia acontecido. Ainda bem que a Sílvia do receptivo da CVC era muito paciente. A Gol pediu desculpas pelo inconveniente, felizmente, outras pessoas que estavam lá também iam para Campos do Jordão. Pegamos a van com uns 15 viajantes. Nós sem café da manhã, estaremos na cidade pelo almoço. São 2 h de viagem.
A uns 66 km de Guarulhos, chegamos a Guararema e paramos em um lugar gigante com muitas opções de comidas self-service de café da manhã, lojas e tudo o mais. Graal Market na Rodovia Presidente Dutra (sentido Rio-SP). Caro, mas imperdível. Estilo daquele que conhecemos na Itália entre Florença e Veneza.
Chegamos a Campos do Jordão pelo Portal. 10 min para fotos. O povo estava mais disposto do que eu, com certeza. Cada grupo ficou em um hotel diferente, nós fomos os últimos. Nos hospedamos na pousada La Toscana, escolhida pela gente. Endereço: Rua Francisco Romeiro, 270. Estávamos um bagaço. A atendente Cibele ótima. Estamos no bairro Alto Capivari. Estava calor, vai esfriando à tardinha. Como era hora do almoço, descemos poucas quadras e já estávamos na rua principal. Sempre no primeiro dia, a fome fala mais alto, então fomos ao primeiro restaurante bem localizado. Restaurante Romã, av. Doutor Antônio Nicola Padula, esquina com rua Marcondes Machado, loja 28, Capivari. Menu: filé de frango grelhado (R$43,99) com suco de amora. De lá nós olhando o trenzinho turístico e adiante a roda gigante e o teleférico. Passeios promissores.

Continuamos a conhecer o centro de Capivari. Lojas de fabricação própria de chocolates, roupas de lã, queijadinhas, muito a ver. E eu já triste por não poder comprar malharia, uma vez que a mala era pequena. Decididamente, não sou minimalista. Vamos caminhando e escutando música de bom gosto nos restaurantes e em som baixo: rock nacional. Já gostando. Pessoas receptivas. Isso conquista. Paróquia São Benedito na praça do Capivari (ou São Benedito), endereço: av. Macedo Soares, 55 com a rua Isola Orsi. Na praça, movimento, ovo gigante e ônibus decorado para a Páscoa. Feirinha ao lado da igreja com lindezas. Galeria Vila Capivari. Incrível a quantidade de lojas e galerias. Restaurantes bem movimentados: muita comida alemã, povo dançando e cantando, calçadão fantástico. Que point! A cervejaria artesanal Baden Baden sempre cheia de gente. Boulevard Genève. Segundo a Tripadvisor, uma viela com lojinhas de roupas, chocolate, adega e mercearia que começa na lateral da Baden Baden cujo destaque é a arquitetura suíça. Campos do Jordão, que delícia!
Encantada com a gentileza das pessoas. Retornamos à pousada por uma subida sofrível, o atalho é uma escadaria íngreme. Pra variar, nos perdemos, mas sempre encontramos anjos para nos ajudar. Da próxima vez, iremos pelo caminho usual. Eram quase 17 h, mas ainda deu tempo para o oferecimento do hotel. Das 15 h às 17 h café da tarde no La Toscana com três tipos de bolo, sanduíches, café. Que demais!
O povo fuma, isso sempre nos incomoda. Ficamos na pousada e não descemos mais, exaustos. Recebi da pousada, dicas de passeios descontos em restaurantes, horários e informações. Considerei o tratamento profissional.
Um pouco mais sobre a cidade. A Wikipédia destaca que se localiza na serra da Mantiqueira, no interior do estado de São Paulo, com uma altitude de 1628 m, o município mais alto do Brasil. Fica a 183 km da capital paulista. Faz parte da região metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, sub-região 2 de Taubaté. A partir da década de 1950, passou a se consolidar como um dos principais destinos de inverno do país. É considerada estância climática pelo governo paulista. Chamada de “Suíça Brasileira” devido a sua arquitetura de influência europeia e pelo seu clima mais frio que a média brasileira, além de seus parques e paisagens de montanha. Recebe turistas nacionais e internacionais sobretudo na estação invernal, em julho.
Prosseguiremos com mais novidades sobre Campos do Jordão. Cidade cativante e acolhedora.
