Berlim e Leste Europeu-Dresden bela-dia 7
Hoje é quarta-feira, dia 19 de março de 2025. O Carlos e eu estamos em Berlim e vamos conhecer Dresden (na Saxônia-Alemanha), a caminho de Praga, capital da Tchéquia. Acordamos às 5h15 e saímos de ônibus às 7h15. O grupo da Special Tours está animado. Aliás, hoje é dia de são José, dia dos pais na Europa, em geral. O guia é o Rupert e o motorista Richard. Partimos da cidade pela avenida Karl Marx, antes se chamava Stalin. Via comercial com edifícios de luxo. Imagine nos anos 1950. Apartamentos de 1 milhão de dólares sendo construídos na região. Vemos o Muro de Berlim pintado, último vestígio na área. Estação de metrô, em estilo medieval, fechada por 40 anos no tempo comunista. Onde há construção, há cano para drenar água do subsolo. Antigas adegas viraram moradias em arquitetura industrial.
Dias ensolarados, mas frios. Esculturas no meio do rio Spree, altura de 30m. Segundo o site https://goeasyberlin.de, é uma série de esculturas de alumínio, também existentes em outras cidades dos EUA, que formam homens gigantes: Molecule Man, projetada pelo artista americano Jonathan Borofsky. Muito interessante. Vemos os buracos nas obras de arte, estão falando? Dançando? Localizadas entre as pontes Oberbaum e Elsen em Berlim/Treptow. Cidade internacional essa, Berlim tem arte na rua, no rio, nas praças, incrível. Prédio cinza decorado com margaridas gigantes. Prédio Apotheke, de dono de farmácia. No final do século XIX, pequenos povoados foram incorporados a Berlim. Grandes armazéns, serviços postais, e restaurantes perto da autopista. Limite com Brandemburgo, o aeroporto de Berlim considerado pequeno em comparação ao de Frankfurt e Munique.
Berlim imponente na imagem e repleta de arte. Sempre nascendo algo novo, prédios, ruas, tudo novo. Os ursos decorados, os Buddy Bears, queridos dos berlinenses. São pintados, coloridos, divertidos. Encontrados em hotéis, comércios e pontos turísticos. Movimentos sociais pedindo mais liberdade começaram em Leipzig, cidade onde Bach trabalhou também como diretor de música.
1 h até a divisa de Berlim e Brandemburgo. O aeroporto Berlim-Schönefeld, na cidade de Schönefeld, no estado de Brandemburgo, era o principal da Alemanha Oriental (RDA). Passamos ainda em Berlim pelo aeroporto da época nazista Tempolhof, estilo neoclassicista militar. Designado para ser usado com essa função pelo Ministério do Transporte do Reich em 1923.
Tráfego pelo caminho. Em 2 horas uma parada técnico-hidráulica. Não há limite de velocidade para carros, os ônibus têm limitador mecânico, cintos de segurança são obrigatórios para a estrada.
Saxônia, estado no leste da Alemanha, cuja capital é Dresden e maior cidade, Leipzig. Em Dresden, testemunharemos muita história e beleza. Foi totalmente destruído o casco histórico na II Guerra Mundial. Hoje, mais linda e reconstruída. Ficava dentro da zona comunista à época da Guerra Fria. As casas pequenas no final do séc. XIX eram de madeira colorida. Todas as cidades alemãs têm movimento social e naturista.
Parada técnica para banheiros. €1 (euro), aí tomamos café e tem desconto. €3,99 (euros) o café com creme. Lugar daqueles que tem de tudo no meio do caminho: venda de produtos e restaurante.
Chegamos a Dresden às 10h15, visita com tempo livre. Somos 23 pessoas do Brasil, Uruguai e México, mais 17 se incorporarão ao grupo em Praga. Berlim-Dresden: 179 km e Dresden-Praga: 149 km. A guia local se chama Betina. Trata-se de um dos centros musicais mais reconhecidos da Alemanha, com famosas orquestras e coros. A Wikipédia informa que era residência real dos reis da Saxônia e possuidora de séculos de extraordinária cultura e esplendor artístico. De 1697 a 1763 foi a cidade residencial dos reis da Polônia. Às 14 h retornaremos ao ônibus.
A guia Betina tem muito a nos esclarecer. Nós nos deparamos com o rio Elba que desembarca no Báltico. Dresden, a “Florença do Elba”, como é conhecida. No passado, era um reino independente que englobava parte da Saxônia, Tchéquia e Polônia e, cujo poder, estava nas mãos dos reis da Saxônia. Estamos falando dos séculos XVII e XVIII. Nesse século, grandes artistas de pintura e escultura estiveram pela cidade. Era grande e rico o patrimônio. Que lugar mais adorável!
Dresden ficava longe dos bombardeios, os aviões dos Aliados vinham do oeste da Grã-Bretanha e atingiam outras cidades. Porém, acabou sendo atingida pelas aeronaves Avro Lancaster e as fortalezas voadoras B17 no dia 13 de fevereiro de 1945, e recebeu a mesma quantidade de bombas de 3 anos em uma noite no centro histórico. Bombas incendiárias e explosivas causaram uma tormenta de fogo, um tornado de fogo a 7 km de altura a 1500°C. Nessa altura, o fogo se retroalimentava. Como consequência, o casco histórico se desintegrou. Foi na noite de carnaval. Tornou-se “símbolo”, resultado da destruição sem sentido. Houve pouca precaução com a construção de bunkers para proteger a população. Outros bairros sobreviveram, mas 80% a 90% se acabou. A Wikipédia adiciona que o bombardeio foi controverso e que pereceram 25 mil pessoas.
Dresden era de uma formosura ímpar. Hoje, está mais bonita do que antes, dizem. Com dinheiro ilimitado, a reconstruíram, trata-se de uma cidade nova. Voltando para 1946 no pós-guerra, a cidade ficou do lado oriental, então os russos chegaram e destruíram o pouco que sobrou. Estava em ruínas até a reunificação. A nossa guia conhece a cidade na época comunista e depois.
Andamos pela cidade com o grupo. Ficamos mais aproximados dos brasileiros. Gente boa demais. Vimos um restaurante que parece uma mesquita dos anos 1920, estilo orientalismo (com cópias de prédios orientais). Detalhe: era uma fábrica de tabaco.
A guia com um rádio se comunica com a gente e conta sobre Dresden. Estamos no centro histórico, antes era de maior tamanho. Era cidade real da Casa da Saxônia. Antigamente eram antigos terrenos de eslavos. O rio Elba tem 1091 km. O que é considerado Alemanha, é uma mescla de saxões, francos, eslavos, esses foram rechaçados na cristianização. Os processos se formaram nos países. A Betina enfatiza que não há povo melhor que outro. Aqui também tem polarização, muita história e guerras. A praça principal é rodeada por edifícios relevantes. A pedra arenisca usada neles é manchada com partes escuras, tal pedra tem origem na Suíça da Saxônia. Tais manchas se devem à reação química, caracterítica da pedra que a escurece.
Na parte histórica foram mantidas ruínas do bombardeio a fim de serem reconstruídas um dia. A parte moderna tem o centro comercial. No folder da Special Tours/CVC encontramos mais informações: a história de Dresden remonta a mais de 800 anos- assentamento mercantil e sede do Margraviato (Estado), então residência de Príncipes Eleitores, reis e posteriormente capital do Estado Federal da Saxônia. A “Florença do Elba” é uma pérola cultural e histórica. Exploraremos suas ruas a pé, caminhando ao lado do Palácio Real, do Palácio de Zwinger, em estilo barroco, e visitaremos sua catedral católica Hofkirche, e o símbolo da cidade, a Igreja da Corte (protestante), dedicada a Nossa Senhora ou Frauenkirche. E o Palácio de Semperoper, onde foram lançadas algumas da óperas mais importantes de Wagner e Strauss. Um emocionante passeio por uma cidade que é símbolo da reconstrução histórica da Alemanha após a Segunda Guerra Mundial. Duração: 1h30, valor a pagar: 35 euros.
Um detalhe: Príncipes eleitores (Kurfüsten) foram membros do colégio eleitoral do Sacro Império Romano-Germânico, tendo desde o séc. XIII a função de eleger o Rei dos Romanos, ou a partir do séc. XVI em diante, o Imperador desse mesmo império (fonte: Wikipédia).
Continuamos com a guia. A Sinagoga foi destruída na Noite dos Cristais em 9 e 10 de novembro de 1938. A Ópera Central ou Semperoper, conhecida pela sua arquitetura e acústica excepcionais. A Wikipédia destaca que é a casa da companhia Ópera Estatal de Dresden e sala de concertos da Orquestra Estatal de Dresden. Foi construída em 1841 pelo arquiteto Gottfried Semper. Apresenta características do Renascimento, do Barroco e até do estilo Coríntio. Entretanto, muitos a classificam como tendo estilo eclético. Situada na Praça do Teatro no centro histórico. Monumentos de artistas famosos como Johann Wolfgang von Goethe (escritor e estadista alemão), Friedrich Schiller (poeta e filósofo alemão), William Shakespeare (poeta, dramaturgo e ator inglês), Sófocles (dramaturgo grego clássico), Molière (dramaturgo, ator e encenador francês) e Eurípedes (poeta trágico grego) estão expostos. Vale a pena comentar que o prédio da Ópera foi destruído em um incêndio em 1869, por bombardeio em 1945, mas sempre reconstruído. Foi reinaugurado em 1985, 40 anos depois do bombardeamento. Visitas públicas em alemão e inglês podem ser feitas com reserva. A guia menciona que o compositor alemão Richard Wagner (de Leipzig-Saxônia) treinou no local, assim como Richard Strauss, que escreveu 14 óperas na cidade, embora habitasse em Berlim, mas por 40 anos colaborou com a Orquestra.
Também a Catedral da Santíssima Trindade ou Hofkirche (católica) foi reerguida na época comunista. Vejo edifícios na cidade que parecem de Viena, Áustria. Um pouco sobre a Catedral ou Hofkirche. O site https://explorial.com conta que foi construída entre 1738 e 1751, durante o reinado de Augusto III. E concebida pelo italiano Gaetano Chiaveri. Conhecida pela sua notável mistura de arquitetura barroca saxônica, com elementos dos estilos romano e alto-barroco. Nos bombardeios de 1945, a Catedral conseguiu sobreviver praticamente intacta-embora algumas partes tenham sofrido danos causados pelo fogo. Em 1980, após quase 30 anos de restauro, reabriu finalmente suas portas. A guia enfatiza que foi reconstruída no período comunista. Utilizaram as igrejas para controlar as pessoas, era um espaço de mais liberdade, apresentavam artistas de blues, rock, música ou que não queriam fazer serviço militar. Uns lugares controlavam mais, outros menos. Ilhas católicas na RDA (Alemanha Oriental). Vemos o Portão da Coroa. É um dos portões mais bonitos do palácio Zwinger, localiza-se na Catedral da Santíssima Trindade. O www.bing.com menciona ser adornado com uma enorme coroa em dourado e uma águia, representando a coroa polonesa.
Capela Estatal da Saxônia, uma orquestra sinfônica em Dresden, fundada em 1548. A mais antiga do mundo e a orquestra base da Ópera Estatal Saxônica (fonte: wiki7.org).
No séc. XVIII, o estilo usado era barroco e rococó (barroco tardio). Os soberanos eram absolutistas, sonhavam com o poder absoluto, gastavam mais do que podiam, já o povo passava mal. O rei Sol da Saxônia era Augusto el Fuerte (Augusto, o Forte), seguia o rei Luís XIV da França, tinha coleções de arte fabulosas, 90% da população viviam no campo. Sonhava com uma segunda Veneza ao lado do palácio. Queria o rio Elba como um canal e desejava o Império Romano. As festas no Palácio de Zwinger duravam 30 dias e 30 noites para superar Luís XIV e fazer política. Augusto, o Forte amava: porcelana, ciencias naturais, matemática, física e pintura. Ele era Augusto II da Polônia.
O site www.dicasdeberlim.com.br nos conta que Zwinger é um complexo palaciano barroco com jardins fotogênicos e três museus principais: a Gemäldegalerie Alte Meiser (com obras de Rafael, Rembrandt, Vermeer e a famosa “Madonna Sistina” e coleção de esculturas de antes de Cristo), o Museu da Matemática e Física e a Coleção de Porcelanas. Os jardins são gratuitos, mas os museus pagos. A Wikipédia adiciona que o palácio Zwinger foi construído entre 1709-1710 e 1732-1733 a mando de Augusto II da Polônia. Trata-se de uma fortificação dentro das muralhas da cidade ou fortaleza medieval preexistente. Antigamente utilizado para jogos e celebrações da corte.
Augusto el Fuerte (Augusto, o Forte), príncipe da Saxônia, rei da Polônia. Saxões luteranos, Lutero era da Saxônia, a Reforma Protestante mudou a história. De acordo com o site www.auditorioibirapuera.com.br, foi em 1517 que Martinho Lutero traduziu e publicou uma versão do Novo Testamento do grego antigo para o antigo alto alemão. A partir daí que houve câmbios oficiais, as pessoas puderam cantar em alemão na igreja, por exemplo. O rei Augusto queria poder, não tinha religião. Os soberanos da Saxônia se converteram ao catolicismo. A população era luterana, mas o rei era católico. Houve divisão, fanatismo.
Falemos de Bernardo Bellotto. A Wikipédia ressalta que de 1747 a 1758, ele, italiano de Veneza, se mudou para Dresden, seguindo o convite do rei Augusto III da Polônia. Criou pinturas das cidades de Dresden e Pirna e seus arredores. Hoje essas obras de arte preservam a memória da beleza original da cidade, já que foi destruída pelos bombardeios de 1945. Bellotto (1721/22-1780) era um pintor de paisagens urbanas, famoso pelas suas pinturas detalhadas e de tamanho grande (vedute) de cidades europeias como Dresden, Viena, Turim e Varsóvia. Era aluno do seu tio renomado Giovanni Antonio Canal, conhecido como Canaletto. Às vezes se autodenominava Bernardo Canaletto. Ele pintou a cidade de Dresden, tinha muita influência. Arquitetos alemães moraram na Itália.
Vemos um hotel amarelo em ruínas. Palácio Real com maquete e fotos. Pátio grande. 800 anos de história. Dinastia da Saxônia: Wettin. Palácio residencial, lugar original, administração, museu, residência, obras de arte com fotos das ruínas. Não é mais uma cidade barroca, muitas mudanças por séculos: guerras e uso. O pátio italiano recuperado. Da época do Renascimento. Espetacular. Parece Florença. Mauritius, o nome do arquiteto escrito no pátio com títulos. O Palácio Real ganhou importância com afrescos de cristãos e mitologia grega. Saímos do palácio e entramos na rua. Pátio do Cavalariço, a guia chama assim. Em alemão Stallhof, ou seja, pátio estável. O site https://pt.wikiital.com cita pertencer ao complexo de edifícios do Castelo ou Palácio Ral e já serviu como local para grandes shows de cavalos. Foi concluído em 1591, tornando-se uma das arenas de torneios mais antigas do mundo. Desde 2019 é usado par aeventos culturais como o mercado de Natal medieval. Espetáculos equestres e eventos teatrais são ocasionalmente realizados lá.
A Wikipédia nos relata sobre a dinastia Wettin que família progrediu e se tornou cada vez mais importante na Idade Média, feitos condes da Turíngia em 1263 e duques da Saxônia em 1423 com a dignidade de eleitores do Sacro Império Romano-Germânico. Foram 800 anos de monarquia.
A guia nos mostra fotos da destruição da cidade. As mulheres começaram a tirar os escombros, 10 anos sem os homens que estavam presos no pós-II GM. Cada edifício foi destruído e o que puderam reutilizar fizeram. Graças aos documentos originais, foram reconstruídas a mão. Época de poucos recursos.
Os reis viveram em Dresden. A monarquia existiu até 1918. A Alemanha era um conjunto de reinos. I República de Weimar, de 1919 a 1933, período democrático, mas marcado por instabilidades. Terceiro Reich, ditadura militar, de 1933 a 1945. Com a ascenção ao poder por Hitler foram 15 anos de República e 800 anos de monarquia. Com a fundação da República, muita gente perdeu muita coisa. Mas vieram programas sociais, construção de estradas, entretenimento. Em 1949, eram duas Alemanhas.

Augustusstrasse. Fantástica rua Augustus, de um lado um muro com a história da dinastia e militar, Augustus II, III. Época Augustina, ponto culminante do barroco e das festas. Desfile de condes de 1127 a 1156, por exemplo: Konrad D. Grosse ou Conrado I, o Grande, marquês de Meissen, 1097-1157. 25 mil azulejos de porcelana da cidade de Meissen-Saxônia decorando o muro da rua, primeira porcelana europeia. Começou na Saxônia com Augustus. A China já tinha. De Meissen, um servente infiel passou a receita para os Habsburgos de Viena. Distância de Dresden para Meissen: 24,5 km. Mercado Novo na praça antiga que foi totalmente recuperada. Casas históricas não existiam mais no comunismo.
Igreja de Nossa Senhora, luterana, com sinos tocando. Com cruz e venezianas. As igrejas luteranas também têm cruzes, antes era católica, por isso tem a imagem de Virgem Maria. A história é a mesma, mas sem os santos. Rezam a Deus diretamente. Há menos sacramentos, os curas (padres) casam. Lutero casou e teve família. Mulheres podem ser curas, não há obrigação de confissão. O sangue de Jesus é simbólico. Com forma italiana, a igreja tem a estátua de Lutero. Na Alemanha, a maioria não tem religião. Caiu 3 dias depois dos bombardeios da II GM, por causa da cúpula pesada. Reconstruíram com doações internacionais e nacionais. A cruz foi paga por um inglês, cujo pai participou do bombardeio. Conforme o site https://dicasdeberlim.com.br, é o símbolo de Dresden. Igreja barroca que foi completamente destruída no bombardeio de 1945 e ficou 50 anos em ruínas como memorial de guerra. Depois da reunificação da Alemanha, começou a ser reconstruída e reabriu em 2005, usando pedras originais misturadas com novas.

Na praça principal Neumarkt (Nova Praça do Mercado), olhamos os restaurantes e decidimos por algo fácil. Descobrimos o restaurante Pizza Italia e fomos de pizza marguerita com coca. Lembrando que na Itália se come pizza de almoço. A garçonete indiana uma gracinha. E o guardanapo era linguístico, muito divertido, muitos termos para turistas em italiano com a tradução em alemão. Amei! Grazie/Danke/Obrigada. Na praça estão a Igreja de Nossa Senhora, o Palácio de Zwinger, a Ópera Semper e a Catedral da Santíssima Trindade.
Vimos o tram funcionando. A rua dos restaurantes Münzgasse, estilo Rue des Bouchers em Bruxelas-Bélgica. Fenomenal. Atração turística por ser uma região gastronômica na área de pedestres ao redor da Frauenkirche ou Igreja de Nossa Senhora. E na Gelateria Milano, um sorvete de chocolate por €2 (euros). A influência italiana é grande mesmo.
Pensando nas minhas amigas fisioterapeutas, descobri algo: o segundo curso de fisioterapia do mundo foi criado em Dresden em 1918 e o primeiro, também na Alemanha, começou em Kiel (fonte: Wikipédia).
Encontro e saída do grupo às 14 h. Uau! Que cidade incrível, bonita, formosa, requintada. Satisfiz a minha curiosidade em conhecê-la. E lá vamos nós para Praga, capital da Tchéquia.
